quarta-feira, 18 de julho de 2018

PERGUNTA - Como Deus podia produzir luz no primeiro dia, se os luzeiros só foram feitos no quarto dia?

PERGUNTA - Como Deus podia produzir luz no primeiro dia, se os luzeiros só foram feitos no quarto dia?

RESPOSTA - A palavra hebraica traduzida “fazer”, no versículo 16, não é a mesma que a palavra para “criar”, usada em Gênesis, capítulo 1, versículos 1, 21 e 27.

No primeiro dia “veio a haver luz”, porém, as fontes dessa luz ainda eram invisíveis da Terra. No entanto, durante o quarto período criativo, foi que o Sol, a Lua e as estrelas passaram então a ‘iluminar a terra’. (Gênesis 1.17) “Deus passou a faz[ê-los]” no sentido de que passaram a ser vistos da Terra.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Cúpula da Rocha - Monte Moriá

Cúpula da Rocha é um santuário muçulmano que foi construído no Monte do Templo em Jerusalém em 691 DC.

Ele faz parte de uma maior área sagrada muçulmana que ocupa parte significativa do que é também conhecido como Monte Moriá, no coração de Jerusalém.

A Cúpula da Rocha recebe o seu nome por ser construída sobre a parte mais alta (a cúpula) do Monte Moriá, local onde ambos os judeus e cristãos acreditam que Abraão estava disposto a oferecer o seu filho Isaque em sacrifício a Deus (Gn 22. 1-14).

Também é considerado o local da eira de Araúna, o jebuseu, onde Davi construiu um altar ao Senhor (2 Samuel 24.18).

Também se encontra no local (ou perto) do Templo de Herodes antes de ser destruído em 70 d.C. pelo exército romano.

Alguns até acreditam que a rocha tenha sido o local do Santo dos Santos, uma parte do templo judaico onde o sumo sacerdote judeu entrava uma vez por ano para fazer expiação pelos pecados de Israel.

A Cúpula da Rocha faz parte de uma maior área islâmica conhecida como Nobre Santuário ou Al-Haram al-Sharif. Esta área inclui mais de 35 hectares e contém tanto a Mesquita de Al-Aqsa quanto o Domo da Rocha.

Depois dos muçulmanos tomarem o controle de Jerusalém em 637 d.C., os líderes islâmicos encomendaram a construção do Domo da Rocha em 685 d.C. Essa construção demorou quase sete anos para ser concluída e hoje é uma das mais antigas estruturas islâmicas do mundo.

A plataforma ou área do Monte do Templo que abriga o Domo da Rocha e a Mesquita de Al-Aqsa foi construída no primeiro século d.C. sob o governo de Herodes, o Grande, como parte da sua reconstrução do Segundo Templo judaico. Jesus adorou no Templo de Herodes, e foi lá que Ele profetizou a sua destruição (Mt 24.1-2). A profecia de Jesus foi cumprida quando o Templo foi destruído pelo exército romano no ano 70 d.C..

A área do Monte do Templo, onde o Domo da Rocha se encontra, é importante não só para os muçulmanos que a controlam agora, mas também aos judeus e cristãos. Como o local onde o templo judeu uma vez existiu, o Monte do Templo é considerado o lugar mais sagrado no Judaísmo e onde os judeus e alguns cristãos acreditam que o terceiro e último templo será construído. Esta área também é o terceiro local mais sagrado do Islã. Devido à sua importância tanto para os judeus quanto aos muçulmanos, a área do Monte do Templo é um local religioso altamente contestado sobre o qual tanto a Autoridade Palestina quanto Israel reivindicam soberania.

A Cúpula da Rocha é uma estrutura impressionante, facilmente vista em muitas fotos de Jerusalém. Não apenas se encontra no topo do Monte Moriá, mas também foi construída sobre uma plataforma elevada, tornando-a cerca de cinco metros mais alta que o resto da área do Monte do Templo. Dentro no centro da cúpula encontra-se o ponto mais alto do Monte Moriá. A rocha mede cerca de 19m por 12m e tem pouco menos de 2m de altura do chão do santuário. Embora muitas pessoas erroneamente refiram-se à Cúpula da Rocha como uma mesquita, ela foi, de fato, construída como um santuário para os peregrinos, embora seja localizada perto de uma importante mesquita muçulmana.

Alguns acreditam que o Domo da Rocha foi construído porque, segundo a lenda muçulmana, o profeta Maomé foi levado ao Monte Moriá pelo Anjo Gabriel e de lá subiu ao céu e encontrou todos os profetas que o precederam, assim como viu Deus sentado em Seu trono cercado por anjos. No entanto, esta história não aparece em nenhum dos textos islâmicos até décadas após o santuário ter sido construído, o que levou alguns a acreditar que a razão principal pela qual a cúpula foi construída foi para comemorar a vitória islâmica sobre os cristãos em Jerusalém e não para honrar a suposta ascensão de Maomé.

Quando Israel assumiu o controle sobre essa parte de Jerusalém após a Guerra dos Seis Dias em 1967, os líderes israelenses permitiram que um grupo religioso islâmico tivesse autoridade sobre o Monte do Templo e o Domo da Rocha como forma de ajudar a manter a paz. Desde aquela época, os não-muçulmanos têm tido um acesso limitado à área, mas não têm permissão de orar lá.

SOBRE A ÁRVORE SAGRADA CHAMADA 'CARVALHO DE MORÉ'

SOBRE A ÁRVORE SAGRADA CHAMADA 'CARVALHO DE MORÉ'

"Abrão atravessou toda a terra até o lugar onde ficava uma árvore sagrada chamada Carvalho de Moré, em Siquém. Naquele tempo, os cananeus viviam nessa região" (Gn 12.6).

Mamre, como é melhor chamar, conforme o original hebraico ( mæmri / מַמְרֵא), aparece em Gênesis, quando se conta a história de Abraão.

Gênesis 13.18 diz que o Patriarca, depois da separação de Ló, "se estabeleceu no Carvalho de Mamre, que está em Hebron, e lá construiu um altar para Iahweh."

Mais tarde, em Gênesis 18, encontramos a história que fez com que esse local se tornasse famoso, pois ali o Senhor apareceu a Abraão.

Temos outros detalhes em Gênesis 14.13:

"Abrão, o hebreu, que habitava no Carvalho do amorreu Mambré, irmão de Esoclo e de Aner; eles eram os aliaos de Abrão".

Geografia

O lugar exato desse "Carvalho de Mamre", que é mencionado somente em Gênesis não é muito claro. Parece que Mamre foi um amorreu, um chefe de uma tribo a quem teria sido dedicado um conjunto de árvores. Fontes rabínicas dizem que o local é o mesmo que Beth Ilanim ou Botnah, um dos locais de comércio mais importantes da Judeia, onde durante muito tempo se realizavam grandes feiras de comércio. Ficaria a cerca de 4 quilômetros de Hebron, não muito longe de Jerusalém.

Às vezes a Bíblia identifica o local com a cidade de Hebron, como em Gênesis 23.19:

"Abraão enterrou Sara, sua mulher, na grut do campo de Macpela, defrontre de Mambré, que é Hebron, na terra de Canaã".

Existe outra tradição, do primeiro cristianismo, que identifca Ramet el-Halil com o local mencionado no Antigo Testamento.

Arqueologia

Josephus diz que existia um carvalho em Mamre que é tão antigo quanto o próprio universo. Judeus, cristãos e também pagãos ofereciam sacrifícios no local.

Segundo a tradição, no local foi construída uma basílica por Constantino, que inclusive aparece no Mapa de Madaba.

Arqueólogos alemães cavaram o local entre os anos 1926 e 1928. A Basílica construída por Constantino preservou a árvore e foi dedicada a São Jorge.

A Árvore parece ter sido destruída pelos próprios pelegrinos, que tiravam pedaços delas como lembrança. Foi deixado somente um toco, que teria sobrevivido ate´o século VII.
O tronco teria morrido em 1996, mas se diz que em 1998 apareceu um broto. Mas é provável que nada mais reste da árvore sob a qual os anjos (ou o próprio Senhor) encontraram o Patriarca Abraão.

O local, no século XIX, foi comprado pelos ortodoxos russos, que construiram um mosteiro próximo.

sábado, 7 de julho de 2018

Deus esqueceu-se temporariamente de Noé? (Gn 8.1)

Deus esqueceu-se temporariamente de Noé? (Gn 8.1)

O fato de o texto dizer que “Lembrou-se Deus de Noé” parece implicar que o Senhor se esqueceu de Noé temporariamente. Contudo, a Bíblia declara que Deus sabe todas as coisas (SI 139.2-4; Jr 17.10; Hb 4.13) e que nunca se esquece de seus santos (Is 49.15). Como então pôde ele temporariamente esquecer-se de Noé?

Em sua onisciência, Deus sempre esteve consciente de que Noé estava na arca. Entretanto, depois de Noé ter permanecido nela por mais de um ano, como se tivesse sido esquecido, Deus deu um sinal de sua lembrança e fez com que Noé e sua família saíssem da arca. Mas, Deus nunca se esqueceu de Noé, já que o Senhor mesmo foi quem o notificou, no início, para salvar a si e à espécie humana (cf. Gn 6.8-13). Com frequência, nós mesmos usamos uma expressão semelhante, quando dizemos que nos “lembramos” de alguém no seu dia de aniversário, mesmo que nunca tenhamos nos esquecido da existência de tal pessoa.

Extraído do livro “Manual Popular de Duvidas Enigmas e Contradições da Bíblia”

Deus se Arrepende?

DEUS SE ARREPENDE?

Números 23.19:

“Deus não é homem, para que minta, nem filho do homem, para que se arrependa…”.

Gênesis 6.6:

“então, se arrependeu o Senhor de ter feito o homem na terra, e isto lhe pesou no coração”?

A palavra “arrependimento” é expressa por diferentes palavras no original hebraico e grego. Sendo assim, o arrependimento divino é totalmente diferente do arrependimento humano, pois diferentes palavras hebraicas e gregas são usadas para definir esse sentimento.

Quando a Bíblia fala do arrependimento humano, usa as seguintes palavras no original: Shubh (hebraico) e metanoéo (grego) que dignifica: mudança de mente (não somente a tristeza pelo pecado), voltar atrás, retornar ao caminho correto. Por outro lado, quando a Bíblia fala acerca do arrependimento divino, usa os seguintes termos: Naham (hebraico) e Metamélomai (grego). Significados: dor, tristeza, pesar.

Portanto, quando Gênesis 6.6 diz que Deus “se arrependeu”, está afirmando que o Senhor “sentiu profunda dor, pesar”.

PERGUNTA - Quantos de cada tipo de animal Noé colocou na arca?

PERGUNTA - Quantos de cada tipo de animal Noé colocou na arca?

RESPOSTA - Sete pares de cada espécie de animais limpos e dois pares de cada espécie de outros animais foram levados para a arca (Gênesis 6.19-20; 7:2-3).

Por "limpo" a Bíblia se refere a animais que eram "aceitáveis para o sacrifício". É por isso que sete pares de animais limpos foram levados – para que alguns deles pudessem ser sacrificados depois do dilúvio sem pôr em risco a espécie.

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Nefilins - Filhos de Deus e Filhas dos homens

Sobre:
#FilhosdeDeus
#Filhasdohomem
#Nefilins

1. Filhos de Deus

Existem três teses:

1 - A União dos Ímpios Descendentes de Caim com os Piedosos Descendentes de Sete
Segundo quem defende este ponto de vista, “os filhos de Deus” são os homens piedosos da linhagem de Sete. As “filhas dos homens”, as filhas dos ímpios cainitas. E os “nefilins”, os homens ímpios e violentos resultantes dessa união pecaminosa.

O principal fundamento para essa interpretação é o contexto dos capítulos 4 e 5. O capítulo quatro descreve a ímpia geração de Caim, enquanto no capítulo cinco vemos a piedosa linhagem de Sete. Em Israel, a separação era uma parte vital da responsabilidade religiosa daqueles que verdadeiramente adoravam a Deus.

O problema teológico desta tese é que em lugar algum os descendentes de Sete são chamados de “os filhos de Deus”.

2 - A Interpretação dos Déspotas

Levam em consideracão a expressão “os filhos de Deus” comparando-a com as línguas do antigo Oriente Próximo. É interessante saber que alguns governantes eram identificados como filho de um deus em particular. No Egito, por exemplo, o rei era chamado de filho de Rá.

No Antigo Testamento, a palavra hebraica para Deus, Elohim, é usada para homens em posição de autoridade:

"Então, o seu senhor o levará aos juízes que agirão em nome de Deus". (Êxodo 21.6)

Apesar desses fatores, esta interpretação provavelmente nunca teria sido concebida não fossem os “problemas” criados pela posição sobre os anjos caídos. Embora os reis pagãos fossem considerados como filhos de alguma divindade, nenhum rei israelita foi assim designado. É bem verdade que os nobres e algumas autoridades foram, ocasionalmente, chamados de “deuses”, mas não de “filhos de Deus”. Essa interpretação prefere ignorar a definição precisa fornecida pelas próprias Escrituras.

3 - A Interpretação dos Anjos Caídos

De acordo com esta posição, os “filhos de Deus” dos versículos 2 e 4 são anjos caídos, os quais assumiram uma forma semelhante à dos homens. Esses anjos se casaram com mulheres da raça humana (descendentes de Caim ou de Sete) e a descendência resultante foram os nefilins.

Os nefilins eram gigantes de superioridade física, os quais, por isso, se estabeleceram como homens de renome pelas suas proezas físicas. Essa raça de criaturas meio humanas foi varrida pelo dilúvio, junto com a humanidade em geral, pecadores confessos (versículos 6.11, 12).

Um dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles. (Jó 1.6)

Quando as estrelas da alva, juntas, alegremente cantavam, e rejubilavam todos os filhos de Deus? (Jó 38.7, cf. Salmo 89.6, Daniel 3.25)

Quando encontramos anjos descritos no livro de Gênesis, fica claro que eles podem assumir a forma humana, e que seu sexo é masculino. O escritor aos Hebreus menciona o fato de eles poderem ser hospedados sem o conhecimento das pessoas (Hebreus 13.2). Com certeza, eles devem ser bem convincentes como homens. Os homossexuais de Sodoma eram muito bons para julgar a sexualidade. Eles foram atraídos pela “masculinidade” dos anjos que foram lá para destruir a cidade (cf. Gênesis 19.1 e ss, especialmente o versículo 5).

E a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do Grande Dia. (Judas 6)

Este versículo pode indicar que alguns anjos que caíram com Satanás não ficaram contentes com seu “próprio domicílio” e, por isso, começaram a viver entre os homens (e mulheres) como homens. O julgamento de Deus foi colocá-los em algemas para que não pudessem mais servir aos propósitos de Satanás na terra como fazem os anjos caídos que ainda estão soltos executando suas ordens.

Os nefilins são claramente indicados como resultado da união entre os anjos caídos e as mulheres.

"Também vimos ali gigantes (nefilins, os filhos de Anaque são descendentes de gigantes), e éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também o éramos aos seus olhos" (Nm 13.33).

Portanto, entendo que os nefilins sejam uma raça de super-humanos, produto dessa invasão angélica à terra.

Enquanto os versículos 1 a 4 ressaltam a invasão dos anjos no início de uma nova super-raça, os versículos 5 a 7 servem para informar que a humanidade em geral merecia a intervenção destrutiva de Deus na história — o dilúvio.

MISSÃO

NOSSA MISSÃO - Comunicar em uma linguagem simples e objetiva assuntos edificantes e úteis como Palavra de Deus, Direitos, Música, Estudos e muito mais. NOSSO TRABALHO - Entretenimento - Pesquisas (Top Louvor) - Mensagens e Estudos Bíblicos.